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Eu não conecto pontos. Crio constelações. 


O mundo corporativo nos ensina a pensar em categorias. O líder, o artista. O estrategista, o filósofo. A meta, o propósito. Fomos moldados para pensar em caixinhas — mas é justamente onde as fronteiras se dissolvem que nasce a transformação. 
São as pontes que movem.

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MINHA CURADORIA

Minha curadoria parte de uma premissa: repertório é a matéria-prima da inovação. E repertório não se encontra em um único setor. Ele nasce da coragem de um olhar curioso. E isso exige amplitude.  

 

Busco vozes de dentro e fora do mundo corporativo: filósofos, executivos, antropólogos, artistas, futuristas, cientistas, escritoras, jovens talentos e lideranças 50+. Gente que move. Gente que provoca. Porque somos seres complexos e futuros mais humanos pedem repertórios mais amplo

É um mergulho profundo no que chamamos de Wild Learning — um aprendizado contínuo e sem cercas. 

 

É por isso que a curadoria que acredito é um ato de polimatia: seleciono e uno mentes brilhantes de universos distintos, costurando olhares diversos que, juntos, transformam o pensar, o sentir e o agir. 

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Para mim, curadoria é UX do desenvolvimento humano: é pensar na experiência do outro com intenção. É transformar informação em sabedoria. É aplicar design de aprendizagem para gerar sentido, não só impacto. 

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Essa curadoria não é uma lista de nomes. É a arquitetura de experiência com intenção. 

​É com essa filosofia que conduzo o Palco Humanare no Rio Innovation Week, no SP Innovation Week, além da trilha de Educadores do LER - Festival do Leitor do Rio de Janeiro, a trilha de Cultura do RHRio e apoiando o Fórum de Lideranças da ABTD.c

Assim, crio ecossistemas onde a diversidade não é um discurso, mas uma prática.  

 

Em grandes empresas fiz curadoria para programas estratégicos, conectando influenciadores de mercado com os desafios organizacionais e um mergulho nas culturas de empresas como Vale e Dover.

 

Reúno todos os setores para provar que, se queremos mudanças reais, elas não começam em categorias. Começam em cada um de nós. 

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Um líder transformado pela perspectiva de um escritor muda seu time. Um time inspirado muda uma empresa. E uma empresa consciente pode, de fato, mudar o mundo. 

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CURADORIA POR ADRIANA SCHNEIDER

Desenho a curadorias para organizações, eventos corporativos, convenções e, principalmente, jornadas de Desenvolvimento Humano e Organizacional – como o programa "Jeito Vale de Incluir para Mulheres" — criando uma tapeçaria potente de vozes importantes, que tocam, desafiam e inspiram milhares de colaboradores. 

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Faço curadoria como quem desenha jornadas de aprendizagem: com método, escuta ativa e coragem criativa, que une inovação, diversidade e propósito.

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O que desenho é uma experiência viva: a arte de transformar conhecimento disperso em sabedoria aplicada, e pessoas em agentes de mudança. 

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O Manifesto da Curadoria de Experiência

por Adriana Schneider 

MEUS CLIENTES

EMPRESAS QUE JÁ CONFIARAM NA MINHA CURADORIA

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